Há muito tempo o Rock in Rio deixou de ser “somente” um festival de música. Cada vez mais, a organização do evento tem se mostrado comprometida em ajudar também em questões sociais e ambientais.
Em uma entrevista exclusiva para a MIX, a Vice-Presidente de Learning Experience do Rock in Rio, Agatha Arêas, explicou todo o conceito do “Humanorama”, o mais recente projeto do Rock in Rio que visa promover uma espécie de “festival de ideias”, com debates e conversas sobre os mais variados temas, que passam pela diversidade, representatividade, educação, tecnologia, entre outros temas urgentes da atual sociedade.
Confira abaixo, na íntegra, todo o bate-papo feito com a Agatha Arêas, Vice-Presidente de Learning Experience do Rock in Rio.
O “Humanorama” acontece entre os dias 28 e 31 de julho, de duas maneiras: online (100% gratuita), e presencial (que ocorre no “Learning Village – Centro de Cultura e Inovação”, em São Paulo.
A experiência presencial (com ingressos por R$ 590 reais) deve contar com 250 pessoas por dia, totalizando 1.000 participantes no total dos 4 dias de evento). Você pode garantir a sua inscrição aqui.
O “Humanorama” conta com a participação diversas vozes especialistas nos temas em questão. Convidados que vão dividir suas experiências com o público, e, de certa maneira, convidar os participantes a refletirem sobre cada assunto.
Saiba mais sobre o projeto, no Instagram oficial.
Sobre o Rock in Rio Humanorama
O Rock in Rio é tanto uma plataforma de comunicação quanto um veículo de emoções e causas. Temos o compromisso de ajudar a construir um mundo melhor, não apenas por meio da música e do entretenimento, mas também por causas sociais e ambientais.
Rock in Rio Humanorama é a lente que traz a visão e os valores do festival para a conversa que acontece além das fronteiras da Cidade do Rock.
Um projeto da Unidade de Aprendizagem do Rock in Rio, tentamos ajudar as pessoas a verem seu papel no mundo de uma forma diferente: com a atitude Rock in Rio.
Ao convidar nosso público a refletir sobre questões urgentes em nossa sociedade, gerando conversas e movimentos, também os conectamos com o espírito do tempo.